
• Asas formadas por membrana
e sustentadas pelo prolongamento
do quarto dedo
• Protopatágio (membrana que
se estende do início da asa à
ligação com o corpo) presente
• Músculos adaptados e
desenvolvidos para melhorar o
bater das asas durante o voo
• Ossos pneumáticos
(ocos por dentro)
Pterossauros da formação
Solnhofen, na Alemanha, cerca
de 150 milhões de anos atrás
Fonte: PNAS, Pterosaurs evolved a muscular wing-body junction providing
multifaceted flight performance benefits: Advanced aerodynamic smoothing,
sophisticated wing root control, and wing force generation,
https://doi.org/10.1073/pnas.2107631118
A composição dessas estruturas nos pterossauros,
como revelado por luz
fluorescente, era de tecido
muscular (em rosa)
O fóssil de pterodáctilo BSP
1937I18 do museu de Munique,
na Alemanha, analisado sob
luz fluorescente
Nos morcegos e aves,
quando presentes, essas
estruturas são formadas
por pelos ou penas,
respectivamente
Voo
A evolução do voo nos animais vertebrados começa nos
pterossauros, há cerca de 160 milhões de anos. Nem todas
as espécies tinham capacidade de voar longas distâncias,
mas nos pterossauros mais derivados algumas características
adaptadas ao voo estavam presentes:
Carenagem (ou canoa) de flape
Assim como algumas aeronaves, os pterossauros possuíam
estruturas na base das asas conhecidas como canoas que
reduziam a resistência do ar e melhoravam o voo
Pterossauros desenvolveram voo tão eficiente
quanto de algumas aeronaves
Análise com laser revela estruturas semelhantes às chamadas
canoas de flape dos aviões, que reduzem a resistência do ar
e melhoram o desempenho; morcegos e aves também
possuem essas estruturas
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