

O desenvolvimento de políticas digitais é uma das prioridades da gestão de Agnelo Queiroz. Além de lançar em breve o Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), o Governo do Distrito Federal está empenhado em fazer do DF a primeira localidade da América Latina com 100% de cobertura por banda larga totalmente gratuita.

O mesmo destaque foi dado pelo secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos, que afirmou que a melhor idade (acima dos 60 anos) tem procurado muito os novos cursos, em busca da inserção digital e de oportunidades de especialização.
“Os cursos não servem apenas para fornecer um certificado. Isso acabou. Esse programa faz parte de uma política nacional de inclusão digital, o que dá outra dimensão e atende às demandas da cidade”, observou Agnelo Queiroz. “Não adianta formar para áreas que não têm mercado. Temos que perceber que tipo de mão de obra estamos precisando também, o que é muito importante para dar acesso ao mercado de trabalho”, acrescentou.
Plano de negócios
Os centros comunitários digitais são desenvolvidos para serem autossustentáveis. Cada ponto terá um plano de negócio, para que a própria sociedade possa gerir o local, estimulando a economia solidária e criativa e o empreendedorismo. Para atender a demanda do DF e do Entorno, o governo criará 300 centros tecnológicos comunitários, além de converter ao novo modelo os 102 telecentros existentes. O objetivo é oferecer acesso universal às Tecnologias da Informação e Comunicação.

“Neste centro de metareciclagem, nós estamos formando pessoas para entrar no mercado de trabalho. Nele, vamos recondicionar máquinas, reaproveitá-las para que voltem ao programa. Muitas vezes, vamos colocar a máquina à disposição da comunidade que não tem condições de ter um computador para que ela tenha acesso aos serviços públicos”, explicou o secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos. “O que não for reciclado, o que chamamos de lixo tecnológico, será tratado de forma ecologicamente correta”, garantiu.
O secretário reiterou o compromisso do governo com o desenvolvimento do DF e a inclusão da população de baixa renda no mercado de trabalho. Para isso, o Ponto de Inclusão da Samambaia conta com uma biblioteca com 1.600 novos livros e gibis do cartunista Maurício de Souza, além do programa Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que promove a literatura nas comunidades de zonas rurais. O Arca das Letras contribuiu com outros 1.200 livros para o acervo de Samambaia.
Além do governador Agnelo Queiroz e do secretário de Ciência e Tecnologia, Gastão Ramos, participaram da inauguração do Ponto de Inclusão de Samambaia o secretário de Cultura, Hamilton Pereira; o secretário Particular do Governador, Bolivar Rocha; o secretário de Publicidade, Abimael Nunes; o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP), Paulo Sérgio Bretas; o deputado distrital Chico Vigilante e o chefe de gabinete da Administração Regional de Samambaia, Juscelino França, que na cerimônia representou o administrador Risomar Carvalho.
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