sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
AICC Brasil - Leituras do mundo em Pacajus CE
Quem Somos
A Aicc é uma Organização não Governamental, fundada em 23 de Maio de 2004, por um grupo de amigos, com a proposta de incluir socialmente a comunidade de Pacajus e entorno, através da inclusão digital, cultural, uso e disseminação do software livre para o fortalecendo das redes e as ações, entre outras instituições promovendo o desenvolvimento sustentável das comunidades.
Incentivar o protagonismo dos diversos atores envolvidos nos nossos projetos é, o início para as ações que nos conduzem a lançar um novo olhar para o outro, criando vínculos, fortalecendo a cooperação local e regional, propondo de maneira criativa a integração do conhecimento com o uso das tecnologias de informação e comunicação.
Incentivar o protagonismo dos diversos atores envolvidos nos nossos projetos é, o início para as ações que nos conduzem a lançar um novo olhar para o outro, criando vínculos, fortalecendo a cooperação local e regional, propondo de maneira criativa a integração do conhecimento com o uso das tecnologias de informação e comunicação.
Missão: Desenvolver, apoiar e reconhecer ações da sociedade civil que promovam o desenvolvimento humano , de forma sustentável, baseadas na educação, cultura livre, utilizando também, as tecnologias de informação e comunicação.
Visão: Ser percebido como agente transformador social, dentro de nossa linha de atuação nas comunidades, como projeto que valoriza as atitudes inovadoras, propondo políticas efetivas para o bem comum.
Valores:
- Solidariedade
- Ética
- Inovação
- Criatividade
A Associação Integrando e Construindo o Conhecimento – AICC mantém desde agosto de 2011, no município de Pacajus/CE a Estação Digital da AICC. O projeto é uma iniciativa da AICC em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB). A meta é capacitar em Informática básica, moradores da comunidade, alunos e professores da rede pública de ensino, além de descendentes de quilombolas que moram na região. O local está equipado com dez computadores, servidor de acesso à internet e impressora.
De acordo com a coordenadora do Projeto, Silvia Maria de Paiva, os alunos tem acesso a cursos de Pacote Office para inclusão no mercado de trabalho; Edição de Vídeo; Software Livre; Informática Educativa para educadores da rede pública de ensino, municipal e Estadual; e Oficina de Metareciclagem, com cursos de montagem e manutenção de computadores e rede. A Estação também dispõe de mais um computador, para as oficinas de edição de vídeos e aulas de audiovisual.
A Fundação Banco do Brasil iniciou o Programa de Inclusão Digital em 2004, com foco na implantação de estações em comunidades de baixa renda e no estímulo ao desenvolvimento local e hoje já são mais de 280 estações em funcionamento em todo país.
Estação Digital da AICC
Local: Rua Geraldo Biú, nº 95 – Buriti – Pacajus (CE)
Contato: (85) 8887-3204
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Estudantes de São Paulo e Embu fazem projeto conjunto de educomunicação por meio das redes sociais
por Marcelo Modesto
Acorde

Jovens atendidos pela ONG Acorde integram inclusão digital e educação
Uma parceria firmada há um ano está unindo as experiências em redes sociais presentes nas atividades do colégio Dante, em São Paulo, e o reforço escolar de estudantes da cidade de Embu, na região metropolitana. A ideia, contam os participantes, é simular processos jornalísticos com os alunos do ensino médio e fundamental auxiliados pela ONG Acorde, despertando interesses por temas diversos e por conteúdos escolares como redação, pesquisa e atividades interdisciplinares.
Os jovens de Embu visitam o colégio semanalmente, encontram-se com os participantes das oficinas, trocam experiências e levam as propostas para a sua comunidade. A parceria já começa a ficar mais palpável, com o projeto de um blog com informações culturais e de eventos próximos a Embu, a ser realizado pelos próprios moradores da região.
Além disso, os jovens atendidos pela ONG Acorde recebem aulas específicas no colégio Dante sobre diversos conteúdos. O relato dos pais, em sua grande maioria, não poderia ser mais receptivo. Os estudantes desenvolveram um ambiente de união, através de espaços de aprendizagem colaborativa, integrados por redes sociais, como a plataforma Ning da ONG Acorde, que já tem 2 anos de existência.
A ideia de trabalhar em conjunto teve como base a experiência dos alunos e alunas do colégio paulistano, que participam desde 2007 do projeto extracurricular Dante em Foco. As atividades do projeto são combinadas por e-mail, SMS, e os alunos se encontram para discutir pautas, matérias e cobertura de eventos, em oficinas que simulam o trabalho jornalístico.
Divulgação/Colégio Dante

Videorreportagens transmitidas via web são algumas das atividades do projeto
Todos os conteúdos produzidos pelo Dante em Foco são disseminados via web, por redes sociais e outros meios. Além disso, sob coordenação de Renata Pastore, Verônica Cannatá e Marcella Chartier, as oficinas não utilizam as redes sociais somente para a disseminação. Um exemplo, lembra Marcella, é o caso de uma revista a ser publicada sobre a África, com dois africanos que foram entrevistados via Facebook. “Os alunos aprendem sobre como procurar informações nas redes, mas também como checar esses conteúdos. Desenvolvem assim um senso crítico sobre eles”.
Entre outros exemplos de atividades realizadas pelos alunos, estão telejornais, produzidos para a internet, organização e disseminação de flash mobs, e a manutenção de dois blogs: Dante Catraca, que reúne eventos culturais na região da Avenida Paulista, a preço acessível (até 10 reais), e o próprio blog do projeto, que organiza as atividades do grupo, e é o principal canal de comunicação dos trabalhos, sempre alinhado com as redes sociais. Todas essas ações estão sendo discutidas e muita já são também trabalhadas pelos estudantes de Embu.
Primeiros passos
Com a inserção cada vez maior dos jovens no mundo virtual, e principalmente nas redes sociais, questões como privacidade e segurança tomaram um contorno mais drástico e tornaram-se essenciais para pais e educadores. Sônia Bertocchi, especialista em tecnologia educacional, aponta essa como uma das principais razões pelas quais as escolas não se aprofundam no uso das redes sociais.
Porém, mesmo as escolas não se apropriando dessas ferramentas, elas acabam adentrando o ambiente escolar através dos alunos. Os jovens levam, na opinião de Sônia Bertocchi, a cultura das redes para dentro da escola, ainda que em forma de “rebeldia”, ou para além das normas que as escolas estabelecem em seus espaços, o que não somente aumenta o desafio, como faz com que sua solução precise ser urgente.
As coordenadoras do projeto do Dante afirmam que, assim como a escola deve preparar os alunos para os desafios do “mundo real”, ela deveria também oferecer esse preparo para o mundo virtual. No caso das atividades realizadas no colégio, Renata Pastore pontua que os pais estão mais receptivos para a ideia de seus filhos participarem em atividades online. Ela aponta, inclusive, que os alunos recebem conteúdos sobre ética e segurança na internet, e que, durante a realização das atividades das oficinas, não ocorreu nenhum caso de mal uso ou exposição inadequada.
Aprendizagem colaborativa
Sônia Bertocchi também concorda que as escolas devem tratar dessas questões em seus currículos: “assim como a escola se ocupa em ensinar os alunos a estarem no mundo presencial, deve ocupar-se também com sua estada no virtual”. Ela aponta, ainda, que apesar de as escolas estarem um passo atrás na questão do uso de inovações, esse quadro avança, mesmo que aos poucos.
Na opinião de Sônia, as redes sociais, quando bem utilizadas dentro de uma proposta pedagógica, podem proporcionar um espaço que oferece condições de várias cabeças pensarem em conjunto e trocarem informações. Quando isso ocorre, as probabilidades de se potencializar a aprendizagem crescem. Nesse sentido, ela lembra, “ambientes online que estimulem, potencializem a troca de saberes são, ou deveriam ser, bem-vindos sempre”.
Artigo relacionado
Para saber mais
Blog do Dante em Foco: http://dante.foco.blogdante.com.br/
SaferNet – SaferDic@s: orientações para um uso correto e seguro da internet:http://www.safernet.org.br/site/prevencao
Plataforma Ning da ONG Acorde: http://acorde.ning.com/
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Quinze anos sem Renato Russo
Há exatos 15 anos a Legião Urbana, um dos grupos mais adorados da história do rock nacional, perdia seu vocalista e letrista, Renato Russo. O culto à banda, no entanto, resistiu ao tempo, atravessando diversas gerações: experimente puxar um dos sucessos do grupo e uma multidão é capaz de cantar junto em uníssono.
E essa trajetória tão impressionante pode ter partes reconstituídas a partir de três filmes: ‘Somos Tão Jovens’, de Antônio Carlos da Fontoura, cinebiografia de Renato; o documentário ‘Rock Brasília, Era de Ouro’, de Vladimir Carvalho, com depoimentos de artistas das principais bandas da época, inclusive o próprio vocalista da Legião, e o longa ‘Faroeste Caboclo’, de Renê Sampaio, inspirado na música de mesmo nome.
“Quando vejo que se passaram 15 anos (da morte de Renato), a primeira coisa que eu penso é como tem tanto tempo. São 16 anos da última apresentação, é muito louco e estranho. Mas o que ficou, como a homenagem no Rock in Rio deixou claro, o que faz sentido, é como as canções até hoje continuam emocionando as pessoas”, afirma Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião. “Você acaba lembrando de muitas coisas. Isso tudo tem um sentido muito especial, e você também tem que saber lidar com a perda, com a morte, assim como se lida com a vida”, acredita.
TRÊS VEZES NO CINEMA
Previsto para meados de 2012, ‘Somos Tão Jovens’ traz Thiago Mendonça no papel de Renato, e João Pedro e Nicolau, filhos do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baterista Marcelo Bonfá, respectivamente, interpretando os pais. “A primeira vez que eu fui no set, eles estavam recriando um show que a gente tinha organizado em cima de um caminhão, em uma lanchonete que não existe mais. Aquele contexto deu um arrepio”, conta Philippe Seabra, vocalista da Plebe Rude e consultor do longa.
Dado, Bonfá e a família de Renato também aprovaram o projeto. “A ideia do filme era do (produtor musical) Luiz Fernando Borges, grande amigo meu e do Renato. Rolou uma proximidade, quase cumplicidade, a gente leu o roteiro, aprovou. É uma versão bem realista, ainda que romantizada, da história”, afirma Dado.
Um dos aspectos mais comentados do longa é a atuação de Thiago Mendonça como Renato Russo. Ele e os atores que vivem os membros do Aborto Elétrico e Legião Urbana (as duas bandas de Renato) tiveram aulas com o diretor musical do longa, Carlos Trilha, que foi tecladista da Legião por seis anos. O resultado é que Thiago aprendeu a tocar baixo, violão e craviola, além de cantar: as gravações foram feitas durante a filmagem, não é playback.
“Fazer esse papel me aproximou do Renato, de mim, da música ”, resume Thiago. Trilha elogia a musicalidade do ator (“Ele cantou afinado desde a primeira vez, mostrou intimidade com o baixo desde o primeiro dia”) e conta que observou a evolução dele no papel.
“Um dia, o Thiago chegou diferente no estúdio. A partir dali, ele assumiu a liderança no grupo musical (formado para o filme). Eu até me confundia, chamava ele de Renato em vez de Thiago”, diz Trilha. O diretor Antônio Carlos da Fontoura é só elogios. “O desempenho de Thiago é mais do que surpreendente, é mágico. No filme, ele se move, fala, canta, toca e sente como Renato. Ele é Renato”, afirma.
Já ‘Rock Brasília, Época de Ouro’ (em cartaz no Festival do Rio) traz entrevistas com integrantes dos principais grupos do Distrito Federal nos anos 80, como Capital Inicial, Paralamas e Plebe Rude, entre outras, e imagens de época. “É a celebração de uma turma unida pela música, porque Brasília naquela época só tinha isso: amizade e música. A gente estava fisicamente isolado”, analisa Philippe Seabra.
A música ‘Faroeste Caboclo’ virou roteiro nas mãos de Marcos Bernstein e Victor Atherino: no longa, Fabrício Boliveira é o protagonista João de Santo Cristo, Ísis Valverde é a mocinha Maria Lúcia e Felipe Abib é o vilão Jeremias. “É uma história clássica, um ‘Romeu e Julieta’ do Brasil”, resume Dado. “Tenho a versão original dessa música e não mudaram nada: ela tem quase 10 minutos, sem refrão. É a prova de que dá para fugir do esquema do pop batido de dois minutos e meio”, diz Philippe.
Fonte: Odiaonline/Por Kamille Viola
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Congos em festa em Catalão-GO
Termina nesta segunda-feira (10), a festa de Nossa Senhora do Rosário de Catalão-GO. Mais de quatro mil dançadores de 24 ternos de congo tomaram as ruas da cidade ao som das caixas, numa grande festa iniciada na madrugada do dia 30 de setembro.

Catalão, a 261 km de Goiânia, mantém essa tradição das congadas em homenagem a Nossa Senhora do Rosário que é celebrada desde 1876. A festa é considerada a mais antiga manifestação em louvor a Nossa Senhora do Rosário no Brasil. As homenagens surgiram com o escravo Chico Rei, que misturava crenças do catolicismo com ritos afros para agradecer as libertações de seus companheiros.
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