quarta-feira, 9 de novembro de 2011

No Brasil, 52% ainda não têm acesso à Internet





Escrito por Convergência Digital, terça-feira, 08 de novembro de 2011
Qua, 09 de Novembro de 2011 07:35

Apesar de o acesso à internet praticamente ter quase dobrado nos últimos quatro anos - em 2007 era 27%,e, em 2011, ficou em 48%, boa parte dos brasileiros ainda não desfruta da Rede - 52%, revela uma pesquisa nacional da Fecomércio-RJ, em parceria com a Ipsos, divulgada nesta terça-feira, 08/11.

Entre os conectados, a frequência do uso da Web também aumentou, revela o levantamento. Entre os brasileiros conectados, 47% afirmam que se conectam diariamente à rede, ao passo que 33% acessam mais de uma vez por semana e 12% uma vez por semana. Quanto ao tempo de conexão, 55% dos internautas passam de 30 minutos a duas horas ligados na web; 23% permanecem conectados entre duas e quatro horas; e 14% ficam menos de meia hora.


O estudo da Fecomércio/RJ e Ipsos apurou ainda que a maior razão para o crescimento da Internet no período foi o aumento na venda de PCs, que tiveram os preços reduzidos com os benefícios fiscais - isenção de PIS e Cofins - e pela desvalorização do dólar em relação ao Real. Os principais motivos que levam as pessoas a usar a internet são o contato com os amigos (50%) e trabalho (27%).

Os tipos de sites mais acessados são redes sociais (61%), de pesquisas (48%), e-mails (34%), de notícias (34%), de diversão (17%) e de serviços (17%). Em relação ao local de acesso, 62% dos internautas informaram que usam a internet em casa, 15% em lan houses, 15% no trabalho e 6% em casas de parentes e/ou amigos.

O número de brasileiros fazendo compras online também aumentou, passando de 13%, em 2007, para 20% neste ano. Os itens mais adquiridos pela internet são eletrodomésticos (com 36% de adesão entre os compradores), CDs e DVDs (20%), livros (16%) e ingressos para cinemas ou similares (7%).

Em relação aos valores gastos nas compras da internet, 22% dos consumidores virtuais informaram ter desembolsado de R$ 100 a R$ 200; 21% de R$ 200 a R$ 500; 19% acima de R$ 1.000,00; e outros 19% até R$ 100. Neste ano, as formas de pagamento mais utilizadas são cartão de crédito (66%), boleto bancário (28%) e débito em conta (3%). A pesquisa foi realizada com mil entrevistados, de 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas do país.

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