A nova peça de campanha de Lula, com artistas renomados cantando a icônica canção “sem medo de ser feliz”, viralizou nas redes e internautas destacaram a amplitude dos nomes que aparecem no vídeo,
Papa Francisco: 'Peço à Nossa Senhora Aparecida que livre o brasileiro do ódio'
Declaração foi feita durante saudação a peregrinos de língua portuguesa na Praça São Pedro, no Vaticano, a quatro dias de eleições marcadas por ataques a religiosos
Por Rayane Rocha — Rio de Janeiro
Chefe da Igreja Católica intercedeu pelo país na tradicional audiência geral na Praça de São Pedro, no VaticanoDivulgação / Vaticano
O Papa Francisco se dirigiu ao Brasil, nesta quarta-feira, durante a tradicional audiência geral que acontece na Praça São Pedro, no Vaticano. Ao final do compromisso semanal com os fiéis, o pontífice afirmou que pede à Nossa Senhora Aparecida que livre os brasileiros do ódio. A declaração foi dada pelo chefe da Igreja Católica durante a tradicional saudação que faz, em vários idiomas, a peregrinos presentes no encontro.
Ao fazer referência à padroeira brasileira, Francisco afirmou rezar para que a santa livre a população da violência e do sentimento de intolerância. Apesar de não fazer declaração direta ao processo eleitoral do país, a fala do líder argentino acontece a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, momento em que pelo menos dois ataques políticos são registrados por dia.
Em seu discurso, o papa citou ainda a beatificação de Benigna Cardoso da Silva, mais conhecida como menina Benigna. Ela foi reconhecida pela igreja, nesta segunda-feira, em uma cerimônia no município do Crato, interior do estado do Ceará. O pontífice saudou a jovem mártir nesta quarta, enfatizando que "o seu exemplo nos ajude a ser generosos".
O título de beata já havia sido concedido pelo Vaticano à cearense em outubro de 2019, mas demorou a ser oficializado por conta da pandemia de Covid-19. Assassinada a golpes de facão em 1941, a adolescente foi morta depois de recusar um rapaz de 17 anos que tentou violentá-la.
Leia o discurso na íntegra:
Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em especial quantos vieram de São Salvador da Bahia, Anicuns, Taubaté e São Paulo. Queridos irmãos e irmãs, anteontem, em Crato, no Estado brasileiro do Ceará, foi beatificada Benigna Cardoso da Silva, uma jovem mártir que, seguindo a Palavra de Deus, manteve pura a sua vida, defendendo a sua dignidade. O seu exemplo nos ajude a ser generosos discípulos de Cristo. A vida do mundo depende do nosso testemunho coerente e alegre do Evangelho. Um aplauso à nova beata! Peço a Nossa Senhora Aparecida que proteja e cuide do povo brasileiro, que o livre do ódio, da intolerância e da violência.
A Desumanidade do maligno faz desnutrição infantil e fome explodirem no país
O maligno faz taxa de bebês internados por desnutrição bater recorde. Enquanto isso, preço de alimentos continua a subir e governo corta leite de famílias pobres
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Site do PT
Com Bolsonaro, bebês são levados a hospitais para poder comer (foto: Site do PT)
Nascer no Brasil governado pelo maligno é nascer com fome. A desumanidade do atual presidente com os pobres fez o número de bebês internados por desnutrição bater recorde.
Segundo dados da Fiocruz divulgados pelo jornal O Estado de S. Paulo, para cada 100 mil crianças nascidas no Brasil em 2021, 113 foram para o hospital porque não estavam bem alimentadas. É o maior índice desde que o estudo começou a ser feito, em 2008.
Isso significa que, só no ano passado, 2.939 bebês de até 1 ano foram levados para o hospital ou posto de saúde por suas mães porque estavam quase morrendo de fome.
A cena foi mais comum na Região Nordeste. E o tratamento para os bebês foi muito simples: “A criança vem ao hospital para comer”, disse ao jornal o pediatra Ruben Maggi, do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira.
E, aí, é preciso lembrar: logo no começo de 2021, o maligno cortou completamente o auxílio emergencial que ajudava os brasileiros a sobreviver na pandemia.
O auxílio, que começou a ser pago em 2020 no valor de R$ 600, foi reduzido para R$ 300 em setembro. E, quando chegou janeiro de 2021, foi suspenso. Só em abril, ele voltou a ser pago, e para bem menos famílias.
O resultado é esse revelado pelo estudo: para conseguir comer, bebês tiveram que ir para o hospital.
Ataque continua em 2022
A incompetência do maligno faz com que as crianças brasileiras continuem ameaçadas em 2022. Afinal, o preço dos alimentos não para de subir.
Lula: “O que está em jogo é a gente recuperar o país ao povo brasileiro”
Em Ato pela Democracia na PUC, em São Paulo, nesta segunda (24), Lula reafirmou compromisso com um governo popular. “Voltaremos a investir muito em educação, senão esse país nunca será desenvolvido”, afirmou
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"Estamos vivendo, possivelmente, a semana mais importante da nossa história. Quem teve dúvida sobre a importância de a gente reconquistar e praticar a democracia não pode mais”, apontou Lula (Foto: Ricardo Stuckert)
Diante de uma multidão na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na noite desta segunda-feira (24), o ex-presidente Lula pediu a todos que façam um grande esforço em nome da democracia e para devolver o Brasil ao povo brasileiro. Lula reforçou a importância da eleição de Haddad ao governo de São Paulo, para que o estado mais rico da federação possa trabalhar em conjunto com sua gestão, caso seja eleito presidente no próximo dia 30. Mais cedo, ele falou a estudantes, lideranças e personalidades no teatro Tuca.
“O que está em jogo é a gente recuperar o país ao povo brasileiro, a democracia, voltar a investir em educação, saúde, em ciência e tecnologia”, ressaltou o ex-presidente. “Estamos vivendo, possivelmente, a semana mais importante da nossa história. Quem teve dúvida sobre a importância de a gente reconquistar e praticar a democracia não pode mais”, apontou Lula.
“Quero voltar a ser presidente, tenho vontade, mais do que em 2002. Esse país foi destruído, tudo o que demoramos oito anos para fazer, mais quatro da Dilma, foi destruído em um segundo. Diminuíram dinheiro da educação, da saúde, da ciência e tecnologia, Prouni, Fies, até não termos mais nada”, criticou.
“Voltaremos a investir muito em educação, senão esse país nunca será desenvolvido, passaremos mais um século sendo o país do futuro, em pré-desenvolvimento”, explicou Lula. “O Brasil foi ter a primeira universidade em 1920, uma demonstração de que a elite política nunca teve interesse em que o pobre chegasse até a universidade”, ponderou.
“E precisamos provar: pobre, negro e nordestino, é gente, todo mundo quer ter o direito de se desenvolver, ter oportunidade. De disputar a mesma vaga, o mesmo emprego.
Lula reafirmou que o governo será amplo, além das bases do PT. “Será um governo do povo brasileiro. Um governo nosso não será um governo do PT. Terá que ser além. O Henrique Meirelles não era do PT, o Furlan, o Gilberto Gil, o Celso Amorim não eram do PT”, frisou, ao falar de seu primeiro mandato.
Intolerância bolsonarista
Na semana passada, um presidente da República confundiu uma menina venezuelana, de 14 anos, como se fosse objeto sexual. No cargo de presidente, jamais poderia ter tido a atitude de pedófilo que ele teve, não respeitando uma criança”, disse Lula, com a voz embargada. A consciência lhe doeu tanto que ele foi obrigado a acordar 1h da manhã para fazer uma live, quem sabe, pedindo desculpa a Deus. Porque nós não podemos perdoá-lo.
Lula também voltou condenar os crimes de racismo cometido contra Seu Jorge em Porto Alegre, na semana passada, e o humorista Eddy Jr, em São Paulo, além dos ataques de Roberto Jefferson contra a ministra do ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia. “Esses acontecimentos exigem de nós que a gente exija democracia”.
“Temos de ter consciência: é agora, ou vamos nos arrepender para o resto da vida”, advertiu. Jamais imaginei, depois da nossa experiência de governo, o retrocesso que tivemos”.
Inclusão social
“Não existe milagre em economia, ninguém inventa. As coisas devem ser feitas com seriedade. Esse país tem uma dívida com o povo pobre, negro, com as mulheres, com os indígenas. E temos de pagar essa dívida fazendo política de inclusão social”, apostou Lula.
“Nós temos responsabilidade fiscal. No nosso governo, fomos o único país do G20 que, durante oito anos, fez superávit primário”, relatou. “Tínhamos compromisso, com seriedade.
Lula observou que o FMI “vinha todo mês” fiscalizar as contas do país e decidiu que era hora de dar um basta.“Pagamos a dívida, emprestamos 15 milhões e fiemos uma reserva de US$ 370 bilhões, que é que está salvando o país”.
Lula encerrou sua fala com a certeza da vitória no próximo domingo, 30.
Revolução no ensino
O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad pontuou que Bolsonaro representa um histórico de coisas ruins nos últimos 500 anos. “Acho que às vezes as pessoas perdem noção do quanto a gente já se rebaixou tendo essa figura grotesca na Presidência, declarou, enfatizando que não pode haver base de comparação entre o extremista e Lula.
Haddad lembrou de seus anos à frente do Ministério da Educação, onde, a partir de 2005, promoveu uma revolução no ensino do país. “Quando Lula deixou a Presidência, em 2010, era uma apoteose”, disse, referindo-se às conferências nacionais.
Agora, insistiu o petista, é hora de devolver esperança ao povo, de voltar a sonhar. “Lula está na frente, temos de consolidada a liderança dele para ser um banho no domingo. Mas se a gente um esforcinho a mais, estou a cinco pontos do Tarcísio. Vamos fazer esse esforço, a onda está vindo, o vento está soprando.
São Paulo e o Brasil de mãos dadas, reconciliados, e podendo fazer tanto pelo nosso povo, que espera muito e tem pressa.Não tem medicamento no posto, comida na mesa, emprego digno, Não tem salário. Essa pressa precisa ter uma resposta ea gente trabalhar junto”.
“Este é um momento histórico, esse foi o palco, onde, na década de 70, quando a polícia da ditadura invadiu a Pontífice da Universidade Católica”, recordou o candidato a vice na chapa de Lula, Geraldo Alckmin. “Quase meio século depois, estamos aqui de novo para defender a democracia”.
“Agora, no segundo turno, temos essa grande frente democrática, com Simone Tebet, o PDT do Lula, do Ciro, o Cidadania do Roberto Freire, todo unidos, para a gente fazer o Brasil superar essa fase triste. Lula representa essa esperança de felicidade. Por isso, o Bozo tem tanto medo”, enfatizou. “Onde tem esperança e felicidade, não tem ódio, e não queremos bolsonarista em São Paulo. É Haddad governador e Lula presidente”.
Amor pela democracia
“Eu e Lula pensamos diferente em muitos pontos, mas há algo muito maior que nos une, o amor pelo nosso país, pelo nosso povo e pela democracia, da qual não abro mão”, argumentou a ex-candidata do MDB à Presidência, Simone Tebet.
“Nosso grito é contra todo o retrocesso civilizatório de um presidente desumano, que nega a ciência, a vacina no braço do povo. Um presidente que não ama o seu povo, um autocrata que não respeita o direito das minorias e, com um segundo mandato,instalaria no Brasil uma ditadura branca”, disse Tebet.
“Nesse momento, Lula é único capaz de reconstruir o Brasil, na coragem, na liderança e na experiência, num grande pacto, uma frente democrática para o Brasil”, reiterou.
Simbologia
“Estamos chegando na reta final da campanhae esse encontro tem uma simbologia muito grande. Enquanto o outro lado está com muita dor de cabeça, nós estamos em festa, porque, quem planta ventos vai colher tempestade. Estão colhendo porque não respeitam a diversidade do país”, discursou a deputada eleita pela Rede de São Paulo, Marina Silva
“Quem defende a democracia, fica do lado da educação, dos trabalhadores, faz políticas públicas e sociais que colocam os pretos, os indígenas, nas universidades. Por isso, vamos eleger o melhor ministro da Educação governador de São Paulo, porque São Paulo tem de ter alguém que dê sustentação ao futuro governo”.
“Esse é um movimento em que cada um vai colando seu sonho: quem é empresário e quer ver o seu projeto de desenvolvimento empresarial prosperar, quem tem uma fé e que ver sua liberdade religiosa, escola de qualidade, desenvolver sua arte com liberdade, é na democracia. E quem reúne as melhores condições para fazer é Lula”, festejou.
Políticas de promoção da igualdade racial
“Tudo o que Bolsonaro e Tarcísio odeiam é o que nos mantém vivos”, declarou Douglas Belchior, da Coalisão Negra por Direitos. “É por isso que Bolsonaro fez as pazes com Moro, para ressuscitar o excludente de licitude e as políticas de encarceramento e morte”.
Belchio apontou as políticas de promoção da igualdade racial dos governos Lula e Dilma. “Por muitos anos o Brasil foi exemplo para o mundo”, lembrou. “Nossos irmãos da Diáspora olhavam para o Brasil para aprender sobre como fazer políticas públicas para a população negra”, disse, destacando a urgência das eleições de Lula e Haddad.
Tradição da histórica da PUC
A reitora da PUC, Maria Amalia Andery disse que a faculdadeé “macaco velho” em receber candidatos que são democratas e têm projeto para o país, para que seja mais democrático, mais justo, diverso, soberano, autônomo.
“A simbologia das campanhas ao escolherem este teatro, esta universidade, para começar a última semana de uma campanha dura, é única, e só vocês poderiam usar. O outro lado não pode entrar em uma universidade, não há como”, opinou a reitora. “Nosso coração é de vocês, tenho certeza de que essa dupla fará o Brasil que todos almejamos“.
Construção de consensos
A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy iniciou sua fala também manifestando solidariedade a Carmen Lúcia. Ela ainda saudou a chegada de Simone Tebet na campanha de Lula e Alckmin. “Acredito que com sua capacidade de ampliação, de união”.
Suplicy ressaltou que Lula sempre respeitou todas as crenças e credos religiosos e que é o único capaz de construir consensos. E mais: terá sua vitória consagrada pelas mulheres. “Não nos esquecemos de quem fez Cisternas, Luz para Todos, Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, quem lutou pela Lei do Feminicídio e, principalmente, que é o que esse governo não dá, ele tira: o respeito a toda mulher brasileira”.
Enfrentamento às desigualdades
A socióloga e educadora Neca Setubal afirmou que a candidatura de Lula e Alckmin representa educação para os jovens, o enfrentamento das desigualdades “sociais, raciais, territoriais, de gênero e a defesa do meio ambiente”.
“Só com Lula presidente e Haddad governador poderemos fazer uma grande concertação democrática em um país que vai poder articular justiça social e desenvolvimento sustentável”, concluiu Setubal.
Juristas
“É imensa a responsabilidade do Lula, disse o jurista José Gregori. “Mas compreendo e confio na força de suas alianças, em especial com Simone Tebet”.
No evento, também foi exibida uma mensagem de apoio a Lula do ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa.
Cheque em branco
“Dizem que Lula quer um cheque em branco. Quem quer é o Bolsonaro, que estourou a parte fiscal, levou a inflação para a lua, o Banco Central subiu a taxa de juros, tem 30 milhões de desempregados”, observou Henrique Meirelles, ex-presidente do BC na gestão de Lula.
“O cheque de Lula está assinado, ele trabalhou, realizou, criou emprego, renda. Agora é só questão de chegar com força no domingo”.
Plano Real
Um dos criadores do Plano Real, Pérsio Arida comentou que alertou, em 2018, para os perigos da eleição de Bolsonaro pelas tendências autoritárias. “Afirmei que ele era desqualificado para o cargo, um obscurantista.
“O que está em jogo nessa eleição é muito mais do que economia, que está péssima. Mas o futuro do Brasil: um país plural, civilizado, do debate, da conversa”, advertiu o economista. “Só temos algo a fazer, é votar 13 e eleger Lula e Haddad”.
Em Aparecida, romaria defende a vida, a democracia e paz nas eleições
As entidades promotoras da romaria defenderam que “as eleições transcorram em paz e que a democracia possa ser reafirmada e fortalecida em favor da vida plena do nosso povo”
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Fiéis de todo o Brasil promovem romaria em Aparecida em defesa da paz e contra o ódio. Foto: Reprodução
Entidades católicas promoveram a Romaria pela Paz, Vida Plena e Democracia, com uma ampla participação de fiéis de todo o Brasil que se encontraram neste domingo (23) no Santuário Nacional de Aparecida (SP),
Segundo as instituições responsáveis (veja lista abaixo), o objetivo da romaria foi pedir à Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, que “as eleições transcorram em paz e que a democracia possa ser reafirmada e fortalecida em favor da vida plena do nosso povo”.
Para o deputado federal eleito por São Paulo, Jilmar Tatto (PT), “a romaria em Aparecida neste domingo, reunindo milhares de fiéis de todo país, foi uma manifestação de fé na vida plena e na democracia”. “E deixou claro o compromisso dos homens e mulheres de bem com a realização de eleições em paz”, afirmou.
“Enquanto bolsonaristas estão por aí defendendo armar a população, atirando em policiais, fomos a Aparecida em romaria rezar pelo Brasil para que tenhamos paz e vida plena”, afirmou Odair Cunha (PT), deputado federal eleito para o sexto mandato consecutivo.
‘É preciso vencer o ódio e a violência nas urnas no próximo domingo e recuperar valores de fraternidade e solidariedade, espancados hoje pelo governo neoliberal e neofascista de Bolsonaro”, alertou Renato Simões, militante da luta pelos direitos humanos, ex-deputado estadual e federal do PT.
Os romeiros se encontraram na Praça em frente à Basílica Velha, às 10h, para um momento de concentração e abertura. Por volta das 11h, eles seguiram pela Passarela até o Santuário, onde participarão da missa das 12h.
Entidades organizadoras:
Comissão Brasileira Justiça e Paz Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara Comissão Justiça e Paz de Brasília – CJP/DF Ordem Franciscana Secular Sudeste, MG (OFS) Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Betim/CDDH/ Betim/MG Comissão Justiça e Paz da CNBB Regional Sul 1 Comissão Justiça e Paz de São Paulo Conselho Nacional do Laicato do Brasil/CNLB Nacional Conferência dos Religiosos do Brasil/CRB Nacional Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara Serviço Interfranciscano de Justiça, Paz e Ecologia/Sinfrajupe Pastoral de Fé e Política do Estado de SP Comissão Pastoral da Terra do estado de SP Pastoral da Saúde do Regional Sul 1/SP 6ª Semana Social Brasileira Regional Sul 1/SP Comissão Pastoral da Terra (CPT Nacional)