sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

HELENA CHAGAS: QUEM VAI DEVOLVER OS 580 DIAS PRESO POR CONTA DESSA FARSA DO TRIPLEX?


 

Estão abertas as inscrições para o curso "Economia do Cuidado: ação política e futuros possíveis", no INSTITUTO LULA, destinado prioritariamente às mulheres!

 

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Estão abertas as inscrições para o curso "Economia do Cuidado: ação política e futuros possíveis", destinado prioritariamente às mulheres!
 
Em oito encontros virtuais, vamos discutir a centralidade das tarefas relacionadas ao “cuidar do outro” na vida das mulheres. O objetivo do curso é capacitar as participantes para a construção de uma rede de incidência política, sempre em diálogo com os desafios impostos pela era digital.
 
 
UMOJA, para nós, é verbo. 🌼

Localizado no Quênia, Umoja é o nome de um vilarejo habitado somente por mulheres vítimas de abusos e violências. Como rede de apoio e proteção, Umoja traz a essas mulheres outras possibilidades além de sobreviver. A partir da auto-organização e da quebra de tradições, elas tecem outras narrativas de amor e de autonomia, que servirão para mulheres da África e do mundo todo.

Este curso é um convite para a reflexão sobre nosso lugar no mundo. Vem UMOJAR com a gente!

 
 
 
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022


 

XP e Modal, cujo controlador é o mesmo, divulgam pesquisas eleitorais destoantes

Pesquisas XP/Ipespe e Modal/Futura, que têm mesmo contratante final, mostram discrepâncias e divergências de metodologia

Levantamento Ipespe aponta Lula líder isolado, enquanto pesquisa realizada pelo Futura mostra apenas 5 p.p. de diferença

Por Leonardo Sobreira, do 247 - Os resultados da pesquisa ModalMais/Futura causaram estranheza ao apontar para uma margem de apenas 5 pontos entre Lula e Jair Bolsonaro, uma vez que todas as outras pesquisas apontam o ex-presidente com ampla margem de vantagem, podendo até mesmo vencer a disputa no primeiro turno. 

O mais recente levantamento Ipespe, instituto patrocinado pela XP Investimentos, divulgado nesta quinta-feira (27), mostra que Lula segue na liderança isolada da corrida presidencial, com 44% das intenções de voto. Atrás do petista, aparece Bolsonaro, com 24%.

Já no levantamento estimulado realizado pela Futura, Lula tem 36,9% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro, com 31,4%.

A metodologia empregada pelo instituto contratado pelo Modal é "estranha", relatou um cientista político que tem trabalhado com pesquisas quantitativas e qualitativas há anos para empresas e partidos políticos. A pesquisa respeita "os critérios de aleatoriedade e das proporções populacionais de sexo, idade e estado de moradia", conforme o documento descreve, mas utiliza "estado de moradia" como um dos fatores. 

De acordo com a fonte, o dado pode não expressar representatividade com a mesma clareza que fatores como renda e grau de escolaridade. Além disso, o desmonte dos censos nos últimos anos levanta dúvidas quanto à base de dados utilizada pelo Futura. 

O levantamento também questionou os respondentes sobre três nomes minoritários, o que pode ter comprometido algumas respostas.

No levantamento realizado pelo Ipespe, "controle de instrução", "renda" e "recall do voto presidencial de 2018" foram considerados. As entrevistas telefônicas utilizaram o sistema CATI IPESPE. 

A representatividade das bases de dados utilizadas em pesquisas telefônicas é de suma importância aos leitores na hora de analisar a veracidade de uma pesquisa, reforçou a fonte. 

A grande diferença entre os resultados foi objeto da coluna de Lauro Jardim, no Globo, nesta quinta-feira (27). O jornalista aponta: "é interessante perceber também que XP e Modal são, desde a semana retrasada, duas empresas financeiras controladas por um mesmo grupo: por R$ 3 bilhões a XP Inc. comprou o Modal". Segundo ele, uma possibilidade é o grupo estar atirando "para todos os lados."


No site do TSE, as duas pesquisas, realizadas por Ipespe e Futura, estão registradas para o período. O cadastro da primeira é BR-05162/2022; da segunda, BR-08869/2022.

Pesquisa Ipespe: Lula segue na liderança, perto de vencer no 1º turno, e Bolsonaro segue caindo O ex-presidente Lula vence todos os candidatos no segundo turno e Bolsonaro perde em todos os cenários

 247 - Nova pesquisa Ipespe, contratada pela XP Investimentos e

 divulgada nesta quinta-feira (27), mostra que o ex-presidente Lula (PT)

 segue na liderança da corrida presidencial com 44% das intenções de

 voto.

Os outros candidatos, somados, têm 45% das intenções de voto. Lula, portanto, está perto de vencer a eleição já no primeiro turno.

Atrás do petista aparecem Jair Bolsonaro (PL), com 24%, Sergio Moro (Podemos), com 8%, Ciro Gomes (PDT), com 8%, João Doria (PSDB), com 2%, e Simone Tebet (MDB) e Alessandro Vieira (Cidadania) com 1%. Felipe D'Ávila (Novo) não pontuou.

Em um cenário sem o ex-juiz Sergio Moro na disputa, Bolsonaro oscila dois pontos percentuais para cima (26%), Ciro Gomes vai para 9% e Doria para 4%. Na projeção sem o ex-magistrado, Lula venceria no primeiro turno, já que os outros candidatos somados teriam 43% enquanto ele permaneceria com 44%.

Queijo, goiabada, doce de figo e de leite em Festa de Reis


 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

LEITURAS DE MÍDIA

 






As novas pesquisas de opinião, que confirmam a folga crescente de Lula em relação ao segundo colocado - que está "quase em quinto lugar" - já acirram o processo de comunicação dos seguidores e da família do ex-capitão.

A onda de disseminação de fake news está se formando como recurso ansioso e macabro de um governo que deveria estar contratando o caminhão de mudança, mas insiste em resfolegar, de maneira obscena, diante da opinião pública

O filho 01, o próspero senador Flávio Bolsonaro, publicou, no último domingo, um vídeo editado em que Lula fala a praticantes de religião de matriz africana, relacionando-o a signatário de um pacto diabólico. Teve que tirar do ar. Mas tem gente disseminando a versão do ódio, numa demonstração explícita da dificuldade de se conter a reprodução ilimitada e irresponsável de conteúdos mentirosos e venais.

No jornalismo aprende-se a técnica da edição como recurso para a clarear e dar mais evidência a pontos de vista do entrevistado ou às ideias centrais de um documento. O que não se aprende, porque contraria a prática fundamental da atividade, é selecionar para contorcer, esconder e distorcer a verdade. Mas 01 não é jornalista. É um bem-sucedido dono de franquia e proprietário de mansão em Brasília. A sua habilidade está mais desenvolvida em multiplicar riqueza.

A sordidez com que a campanha eleitoral se descortina vai exigir mais do que a disciplina e o investimento das plataformas digitais. Será mandatório que a Justiça alcance com celeridade todos os públicos que são afetados pelos disparos de mentiras.

É absolutamente visível o desespero que abate o clã.

Como se não bastasse, a vocação para fake news - para mentiras por atacado - o Zero 1 virou media training do minúsculo Queiroga, ficando ao lado dele como escudo que garanta uma mensagem antivacina, pró kit covid, contra o poder da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias para o Sistema Nacional de Saúde), para sinalizar que, caindo o colo dele o questionamento contra a decisão do mínimo Hélio Angotti, que repudia a ciência (por ignorância e dolo), vai se manter fiel contra a ciência.

Aliás vale uma apresentação do tal Angotti, dono do título pomposo de Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde. Tem curriculum pífio na plataforma Lattes do CNPq, sem publicações relevantes, e se intitula professor. Obteve um doutorado em oftalmologia, sua área de especialização. Aparentemente, ainda luta para obter um mestrado em administração pública. É o gabarito do funcionário que avalia realizações de cientistas e profissionais sérios, com titulações e reconhecimento internacional. E agora tenta arranjar um emprego na Anvisa.

Por outro lado, o chefe dele, o igualmente mínimo Queiroga, dentro do mesmo padrão de mediocridade que tomou conta da gestão pública da Saúde (com vênia para os que naturalmente se excluem, mas que precisam se mostrar para atestar a exceção à regra), pode sofrer uma inédita exclusão da Academia Nacional de Medicina, depois de ter sido repudiado nacionalmente pelos pares em abaixo-assinado sem precedentes.

Mas há mais pedras no caminho do ex-capitão, além das pesquisas de opinião.

O Brasil do ex-capitão é percebido como mais corrupto desde que ele assumiu o poder, segundo a prestigiosa ONG Transparência Internacional. O discurso da campanha de 2018 cai pelo ralo com o governo federal, enquanto seus minúsculos titulares se dão as mãos, em alegre convescote com dinheiro público, com gastos não auditáveis.

O debate entre oposições, de diversos matizes ideológicos, é prática democrática necessária, a partir da qual se constroem dissensos e consensos, mas não interpõe como argumento do debate a mentira. Sim, a verdade nos libertará.

Olga Curado

Colunista do UOL

26/01/2022 10h35Atualizada em 26/01/2022 18h33

LEITURAS DE MÍDIA

 


Lula consolida vantagem e passa a ser o único candidato capaz de vencer Bolsonaro, segundo Modalmais-Futura

Publicado em Economia

ROSANA HESSEL

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as pesquisas de intenção de voto nas eleições deste ano e, em um eventual segundo turno, é, agora, o único candidato capaz de vencer o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme dados da Pesquisa Modalmais-Futura divulgada nesta quarta-feira (26/01). 

 

O petista venceria o chefe do Executivo com 50,4% contra 37,8% e  ganhou mais votos do que na pesquisa anterior, de dezembro. No mês passado, Lula tinha 43,8% da preferência enquanto Bolsonaro, 32% em um eventual segundo turno. Além de ampliar o percentual de votos, o ex-presidente voltou a ser o único candidato capaz de derrotar o atual inquilino do Palácio do Alvorada.

 

Na pesquisa anterior, além de perder para Lula, Bolsonaro era derrotado para Ciro Gomes (PDT) e para Sergio Moro (Podemos) em um eventual segundo turno. O levantamento deste mês mostra que Bolsonaro recuperou votos contra os dois e passa a vencer o ex-juiz por 36,9% contra 33,7%. Em um embate com Ciro, o percentual a favor do atual presidente passou para 40,6% contra 39,1% do pedetista.

 

A segunda opção devotos dos eleitores de Lula é o pré-candidato do PDT Ciro Gomes. Já os eleitores de Bolsonaro têm o ex-juiz Sergio Moro com o segunda opção, de acordo com a pesquisa.

 

O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 21 de janeiro, por telefone, com 30.452 atendimentos das 348.187 tentativas. Mais da metade dos 2 mil entrevistados (52,2%) tomou duas doses da vacina contra a covid-19 e 38,4% receberam as duas doses e a de reforço. O levantamento aponta ainda que 48,2% disseram que votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2018.

 

Nos  cenários elaborados pela pesquisa realizada entre os dias com intenção de voto estimulada para o primeiro turno, o petista tem ganha a preferência em todos em que é citado, com taxas variando de 36,9% a 42,2%.

 

No primeiro cenário, com João Doria (PSDB), Lula tem 36,9%, dado levemente abaixo dos 37,9% registrados em dezembro para o eventual primeiro turno. Já Bolsonaro, que tinha 30,6%, passou para 31%, entre dezembro e janeiro. Enquanto isso,  a preferência de Sergio Moro encolheu de 9,8% para 8,5%, na mesma base de comparação.

 

O atual presidente continua liderando a rejeição dos eleitores, com 47,3% dos entrevistados afirmando que não votaria no capitão reformado em nenhuma hipótese em outubro. Lula, em segundo lugar, tem rejeição de 37,1%, e, em terceiro João Doria, com 23,2%. Sergio Moro, em quarto lugar, possui rejeição de 18,3%.

Instituto Lula divulga as 7 verdades sobre a reforma trabalhista que trouxe desemprego e precariedade no trabalho; conheça alguns fatos verificados em pesquisas recentes:

 


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1 - O TRABALHADOR PAGOU O PATO
O golpe de 2016 interrompeu um período de ganhos salariais e de respeito aos direitos trabalhistas. A reforma alterou mais de 100 artigos da CLT prometendo trazer 6 milhões de novos empregos. Os direitos se foram, os empregos jamais vieram.
 
2 - DESEMPREGO
Após 6 anos, a reforma trabalhista deixou um rastro de 13,5 milhões de desempregados, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).
O número pode chegar a 14 milhões em 2022, segundo projeções da Organização Mundial do Trabalho (OIT). Além disso, 5,1 milhões de pessoas já até perderam a esperança e nem procuram mais emprego, os chamados desalentados.
 
3 - SAI A CARTEIRA, ENTRA O BICO
A reforma abriu espaço para os subempregos e o aumento da exploração. Hoje temos 38 milhões de informais, a grande maioria sem nenhum direito e superexplorados.
 
4 - MAPA DA FOME
O rendimento médio mensal da população cai e chega a R$ 2.213 em 2020, o menor patamar desde 2012, segundo o Pnad. Além disso, o Brasil volta ao mapa da fome e a insegurança alimentar atinge 7,5 milhões de pessoas, de acordo com a FAO.
 
5 – RICOS ENCHERAM O BOLSO
A reforma trabalhista é boa para alguns poucos. Com a mão de obra mais barata e sem direitos, o patrimônio dos bilionários brasileiros aumentou cerca de R$ 177 bilhões só durante a pandemia, segundo o Relatório da Riqueza Global, do banco Credit Suisse. Já os mais pobres vão levar pelo menos 14 anos para conseguir repor as perdas decorrentes do impacto econômico da covid-19, mostra o relatório “O Vírus da Desigualdade”, divulgado pela Oxfam na abertura do Fórum Econômico Mundial realizado em Davos, na Suíça.
 
6 - ESPANHA, NOSSO "MODELO"
A reforma trabalhista da Espanha de 2012 inspirou a reforma feita no Brasil cinco anos depois. Deu tão errado por lá que o governo anunciou a revogação neste ano.
 
7 - A RECONSTRUÇÃO
Lula chama a atenção para a revisão da Espanha e qual deve ser o foco brasileiro: "A reconstrução do Brasil precisa começar pelo mais básico: garantir que todas as pessoas possam comer, tenham direito a estudar e trabalhar em paz”, escreveu no Twitter.



 
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