quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Rede Comunitária de Comunicação: Melhor presente de aniversário de George Mendonça ...

Rede Comunitária de Comunicação: Melhor presente de aniversário de George Mendonça ...: Melhor presente de aniversário de George Mendonça Duarte neste 25 de agosto foi a entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva Presidente do Bras...

Melhor presente de aniversário de George Mendonça Duarte neste 25 de agosto foi a entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva Presidente do Brasil 2023/2026


Melhor presente de aniversário de George Mendonça Duarte neste 25 de agosto foi a entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva Presidente do Brasil 2023/2026

Caetano Veloso diz ter chorado com entrevista de Lula no JN



Caetano Veloso diz ter chorado com entrevista de Lula no JN 

O cantor Caetano Veloso disse que chorou assistindo a entrevista de Lula no JN. O artista ressaltou que votará no petista porque ele "arrebata". "Chorei vendo Lula no JN. Mais do que quando votei nele em 2002. Tanto da nossa história! Racionalmente falando, meu candidato é Ciro. Mas Lula arrebata. Sou um brasileiro típico. Voto em Lula. Rio de Janeiro inteligente, vote em Marcelo Freixo! Nada de falsas nuances", escreveu. 

terça-feira, 23 de agosto de 2022

 

A reação da democracia e o avanço da esperança, por Aloizio Mercadante

Essa onda de esperança chamada Lula começa novamente a pesar o pêndulo da história em favor do povo brasileiro nessa encruzilhada histórica em que nos encontramos, escreve Mercadante

Divulgação

Mercadante: Lula permanece sendo a grande esperança que pulsa no coração do povo brasileiro (Foto: Divulgação

Na semana em que teve início oficial a campanha eleitoral, a mais importante desde a redemocratização, a posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Superior Tribunal Eleitoral marca um importante freio de contenção da institucionalidade contra o projeto golpista de Bolsonaro. Ao mesmo tempo, Lula segue liderando as pesquisas com ampla vantagem e é o único candidato que colocou na rua uma campanha com força para mobilizar multidões e realizar atos de massa pelo país.

Primeiro, a posse de Moraes foi uma forte demonstração de união do país em torno dos valores da democracia e da segurança do processo eleitoral. Além de quatro ex-presidentes da República os presidentes da Câmara e do Senado, ministros do Supremo Tribunal Federal, governadores, candidatos à Presidência, diversas autoridades e parlamentares prestigiaram a cerimônia.

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Na ocasião, um constrangido e isolado Bolsonaro assistiu Moraes ser ovacionado pelos presentes após um discurso em defesa da Justiça Eleitoral e do combate às fake news. O novo presidente do TSE chegou a dizer que a Constituição não permite a divulgação de mentiras que atacam eleições, em um claro recado ao ‘projeto Capitólio’ do atual mandatário do país.

Outro ponto que chamou atenção na cerimônia foi a desenvoltura de Lula, comparada à de Bolsonaro. Enquanto o estadista Lula foi o centro das atenções do mundo político presente, tendo sido o mais procurado por diversas autoridades para conversas institucionais, Bolsonaro ficou acuado em um canto cercado por seus próprios ministros, assessores e demais asseclas remunerados.

O simbolismo da posse de Moraes se soma aos atos em defesa da democracia de 11 de agosto e à Carta em Defesa de Democracia, que já reúne mais de 1 milhão de assinaturas. Bolsonaro sentiu a força da resistência democrática e, ao longo da semana, voltou a demonstrar desespero frente à iminente derrota eleitoral que se aproxima.

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No caso mais emblemático, o ex-capitão se envolveu em uma confusão física. Após ter sido chamado de “tchutchuca do Centrão” e ser questionado sobre medidas adotadas pelo governo, perdeu a compostura, agarrou a camisa e tentou tirar o celular de um youtuber de extrema direita na marra. Foi mais um gesto carregado da truculência e do autoritarismo que lhe é peculiar.

Bolsonaro chegou a declarar que respeitará o resultado das eleições, no caso da derrota. Apesar do aparente recuo, as forças democráticas precisam estar atentas. Foram reveladas mensagens de um grupo de empresários bolsonaristas no WhatsApp, nas defendendo um Golpe de Estado, caso Lula seja eleito. Talvez, o caso seja o primeiro grande teste para Moraes enfrentar à frente do TSE e mostrar que as ações em defesa da democracia não ficarão apenas no discurso de posse.

Mas, as péssimas notícias para Bolsonaro não param por aí. Outro fato de relevância foi a divulgação das pesquisas eleitorais após o início do pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, que Bolsonaro sempre foi contra e só garantiu o pagamento até o final do ano. Ao contrário do que previam os marqueteiros do ex-capitão, nem mesmo o vale-tudo eleitoral do governo, com a tentativa descarada de comprar votos, foi capaz de recuperar a deteriorada imagem do presidente.

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Lula segue liderando as pesquisas com imensa vantagem e com possibilidade real de vitória ainda no primeiro turno. Bolsonaro permanece com uma rejeição alta e consolidada, acima dos 50%. Ou seja, o teto de Bolsonaro continua baixo e o piso alto, inviabilizando qualquer possiblidade de crescimento da chamada terceira via e mantendo a polarização já posta entre a esperança e a barbárie.

É verdade que o estelionato eleitoral, somado ao uso massivo da máquina de mentiras contra Lula e a radicalização do discurso na pauta dos costumes e dos valores anticivilizatórios, fez Bolsonaro oscilar positivamente dentro da margem de erro nas pesquisas. Entretanto, essa variação foi muito pequena diante do enorme esforço feito pela campanha da reeleição, que agrediu a paridade de armas na disputa eleitoral. Isso porque, apesar da sensação de alívio de curto prazo, não há perspectiva de retomada de crescimento sustentável, de inclusão social e de melhoria da distribuição de renda. A vida do povo continua muito dura, com desemprego, trabalho precarizado, fome, custo de vida altíssimo, salário-mínimo desvalorizado e famílias endividadas.

Nesse contexto, Lula permanece sendo a grande esperança que pulsa no coração do povo brasileiro. É também o único candidato que de fato mobiliza uma militância apaixonada e que percorre o país com eventos de massa, como os realizados na última semana em Belo Horizonte e em São Paulo.

Com o início da campanha e a adesão de mais três partidos e de André Janones ao nosso projeto, Lula começa a avançar também no enfrentamento nas redes sociais, em que sempre tivemos mais dificuldades. A candidatura Lula-Alckmin terá o maior tempo nas redes de televisão e rádio, que permitirá resgatar o legado dos governos de Lula e apresentar os projetos de futuro.

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Essa onda de esperança chamada Lula começa novamente a pesar o pêndulo da história em favor do povo brasileiro nessa encruzilhada histórica em que nos encontramos. O desfecho será uma enorme festa democrática e popular na Praça dos Três Poderes, em 5 de janeiro de 2023, com Lula subindo a rampa do Palácio do Planalto para dar início à reconstrução do Brasil.

Publicado na Focus Brasil, da Fundação Perseu Abramo

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Lula defende que política externa deve ser “altiva e ativa”

 

Lula defende que política externa deve ser “altiva e ativa”

Durante lançamento do livro “O Brasil no mundo – 8 anos de Governo Lula”, nesta segunda (22), ex-presidente afirmou que o país vai recuperar seu prestígio internacional

Foto: Cláudio Kabene

Fernando Haddad, Lula, Ricardo Stuckert e Celso Amorim, no lançamento do livro "O Brasil no mundo" (Foto: Cláudio Kbene)

O lançamento do livro “O Brasil no mundo – 8 anos de Governo Lula”, na noite desta segunda-feira (22/08), no Memorial da América Latina em São Paulo, reuniu ex-ministros, representantes de partidos políticos, personalidades de diferentes áreas e lideranças de movimentos sindicais e sociais, no que foi um evento de memória e reconhecimento das muitas ações do governo Lula, quando as relações internacionais se davam a partir de uma postura ativa e altiva do Brasil.

Em discurso de encerramento do evento, Lula lembrou esse Brasil que tratava a todos de forma igual, sem falar grosso com os países menores, nem fino com os maiores, e com foco em trocas bilaterais que fossem boas para todos, com atenção especial aos vizinhos da América Latina e aos irmãos dos países africanos. O ex-presidente afirmou que a política externa brasileira voltará a ser guiada por esses princípios e o Brasil recuperará seu prestígio internacional.

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“Quero dizer que não existe política externa ativa e altiva se não tiver um governo ativo e altivo. O Itamaraty tem muita gente conservadora, também tem gente de direita, mas o Itamaraty não decide as políticas que serão colocadas em prática. Quem define é o governo. E é através dessas políticas que o Itamaraty pode agir mais ou pode agir menos. Se tem governo que não dá orientação é muito mais fácil ficar na embaixada tomando drinque.”

O ex-presidente lembrou o papel decisivo do Brasil em diferentes momentos internacionais, agradeceu os ex-ministros, fez homenagem especial ao chanceler Celso Amorim, figura central na política externa, e fez referência a outros nomes relevantes em seus governos, como Marco Aurélio Garcia e Paulo César de Oliveira Campos, o POC.

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Lula agradeceu, especialmente, ao fotógrafo Ricardo Stuckert, organizador do livro e autor das quase 800 imagens que registram o protagonismo do Brasil nos oito anos de governo Lula, em encontro com lideranças e povos de todo o mundo.  Stuckert, que segue acompanhando o ex-presidente desde a saída do governo, fez um depoimento emocionado ressaltando principalmente o aspecto humano de Lula.

Ex-ministros presentes deram depoimentos no palco. Celso Amorim, que já era um embaixador respeitado em todo o mundo, quando virou ministro de Lula, disse que aquele foi o primeiro governo que a determinação era de fazer a política externa ativa e altiva, sem se render aos interesses de ninguém.

“O Brasil fez coisas boas em outros momentos, mas tinha uma certa timidez. Com a eleição de Lula, o povo brasileiro foi eleito, tinha autoestima, e isso nos permitia levar uma política externa adiante, sem medo de ser ativo, sem medo de ser altivo. Podíamos recusar agenda que não era do nosso interesse e, ao mesmo tempo, ter capacidade de nos reunir com latino-americanos e africanos. Era uma política desassombrada, sem medo da própria sombra.”

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O ex-ministro Fernando Haddad lembrou legados estruturais do ex-presidente, como ter mudado definitivamente o destino do Nordeste e a educação no Brasil e disse também que Lula tocou todos os quadrantes do planeta, com intenção não só de patrocinar intercâmbio comercial, mas fazer uma exposição da alma e da cultura do Brasil e um integração soberana no mundo. “O presidente Lula sempre teve uma postura que me chamou muita atenção. Ele nem baixava a cabeça nem empinava o nariz”.

A ex-ministra Matilde Ribeiro destacou o olhar para os países africanos e disse que essa relação foi importante também para as políticas afirmativas no Brasil. Matilde mencionou também a Unilab, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, criada pelo governo Lula, onde ela hoje é professora.

Do site lula.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Lançamento do livro O Brasil no Mundo com Lula

 

Para acabar de novo com a fome, Lula vai priorizar atenção às mulheres

Ex-ministra Tereza Campello antecipa que plano de governo para combater a fome terá política de cuidados específica para as mulheres

Antonio Cruz/Agência Brasil

Tereza Campello: "Mulheres enfrentam toda uma agenda de sofrimento" (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

A ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tereza Campello antecipou, nesta segunda-feira (22), em entrevista ao Jornal PT Brasil (assista abaixo), quais são as estratégias que Lula pretende adotar para acabar com a fome caso seja eleito.

Campello é uma das responsáveis por elaborar essa parte do plano de governo de Lula, a partir da contribuição de todos os partidos que apoiam a chapa Lula-Alckmin, de entidades da sociedade civil e das sugestões enviadas pela população por meio da plataforma on-line lançada pelo movimento Vamos Juntos pelo Brasil.

Segundo ela, a grande novidade na estratégia de combate à fome será a implementação de uma Política de Cuidados voltada especialmente para as mulheres.

“As mulheres, hoje, além de trabalhar e de enfrentar toda uma agenda de sofrimento, não têm o suporte necessário para que o filho esteja na educação infantil, que o idoso da família seja atendido, o que as sobrecarrega”, explicou Campello. “Então, uma das novidades será avançar nessa política de cuidados”, completou.

Retomada de estratégias

Além disso, outras estratégias já adotadas no passado, durante os governos Lula e Dilma, serão retomadas, adiantou a ex-ministra, a começar pela valorização do salário mínimo.

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“Nós vamos retomar a política de valorização do salário mínimo. O que a gente tinha no governo do presidente Lula? O salário mínimo crescendo acima da inflação. Agora, acontece o oposto no governo Bolsonaro: o salário congelado e os preços aumentando”, disse Campello.

Outras ações a serem retomadas, segundo a ex-ministra, serão: um programa de geração de empregos com carteira assinada; a recomposição de um programa de transferência de renda sério, mais amplo que o Bolsa Família e com valores maiores; e a retomada das políticas públicas de merenda escolar e de fortalecimento da agricultura familiar.

Assista à entrevista com Tereza Campello:

Da Redação