quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
MDS lança editais para doação de tecidos, ônibus e carros
Produtos foram apreendidos pela Receita Federal e poderão ser destinados a projetos de inclusão produtiva de beneficiários de programas sociais
Compreende-se como inclusão produtiva, todo processo conducente à formação de cidadãos integrados ao mundo pelo trabalho e tem como perspectiva a conquista de autonomia para uma vida digna sustentada por parte de todas as pessoas apartadas ou fragilmente vinculadas à produção de renda e riqueza.
A Secretaria de Articulação para Inclusão Produtiva (Saip) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) lançou esta semana três editais, divididos em diferentes lotes, com o objetivo de apoiar projetos de inclusão produtiva executados por entidades públicas e da sociedade civil sem fins lucrativos.
O primeiro contempla cinco veículos utilitários que serão doados a instituições que apresentem propostas de execução de projetos na área de inclusão produtiva. Os veículos são usados, oriundos de apreensões da Receita Federal e encontram-se em Ponta Grossa, no Paraná.
O segundo edital, dividido em três lotes, contempla cinco ônibus usados, também obtidos de apreensão da Receita, que se encontram em Apucarana, no Paraná.
Por fim, um edital único de 14.630kg de diversos tipos de tecidos atenderá instituições que apresentarem propostas de inclusão produtiva. O material também está armazenado em Apucarana. Nos três casos, as providências e despesas com o transporte da carga são de responsabilidade do vencedor da proposta.
Os interessados em concorrer a qualquer um dos editais deverão submeter à Saip um projeto que contemple todas as especificações constantes nos editais, para análise da Comissão de Doações Fome Zero, composta por servidores do MDS, designados por portaria. O processo ocorrerá conforme os procedimentos e critérios descritos no site do Fome Zero. (www.fomezero.gov.br).
As propostas devem ser enviadas impreterivelmente até 13 de dezembro, pelos correios, com o modelo de requerimento de doações devidamente preenchido.
O primeiro contempla cinco veículos utilitários que serão doados a instituições que apresentem propostas de execução de projetos na área de inclusão produtiva. Os veículos são usados, oriundos de apreensões da Receita Federal e encontram-se em Ponta Grossa, no Paraná.
O segundo edital, dividido em três lotes, contempla cinco ônibus usados, também obtidos de apreensão da Receita, que se encontram em Apucarana, no Paraná.
Por fim, um edital único de 14.630kg de diversos tipos de tecidos atenderá instituições que apresentarem propostas de inclusão produtiva. O material também está armazenado em Apucarana. Nos três casos, as providências e despesas com o transporte da carga são de responsabilidade do vencedor da proposta.
Os interessados em concorrer a qualquer um dos editais deverão submeter à Saip um projeto que contemple todas as especificações constantes nos editais, para análise da Comissão de Doações Fome Zero, composta por servidores do MDS, designados por portaria. O processo ocorrerá conforme os procedimentos e critérios descritos no site do Fome Zero. (www.fomezero.gov.br).
As propostas devem ser enviadas impreterivelmente até 13 de dezembro, pelos correios, com o modelo de requerimento de doações devidamente preenchido.
BOI DO ROSÁRIO DE PIRENÓPOLIS - GO RECEBE O BOI MIMOSO E O BOI DO TEODORO PARA SUA PASSAGEM
Palavra de origem munduruku, guaimbê - ou cipó imbé em Goiás - uma planta de grandes folhas vazadas em forma de costelas cujo significado é coluna vertebral, nos inspirou à criação de uma entidade que possibilitasse a articulação entre os vários grupos–vértebras que a compõem. Como pai do corpo humano, a coluna nos lega a herança de tudo o que é possível realizar criativamente em nossos fazeres e saberes cotidianos, o eixo em torno do qual vivemos, nos enraízamos, articulamos e movimentamos nosso corpo/mente/espírito.
A entidade foi constituída juridicamente em 2001 para dar suporte às iniciativas de grupos artístico-culturais do DF e GO focados na valorização e difusão da dança educativa e danças populares brasileiras e na construção de práticas inovadoras de educação comunitária.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
SEXTA POÉTICA
Nessas horas de descuidado com as horas, de melhor cuidado com a vida, eu estava olhando pro céu, perdido na noite em fantasias e aflições. De repente rasgou o céu uma pontinha brilhante, singrou o espaço linda, límpida, plácida.
A mais linda estrela cadente que já vi. A mais linda que já houve. Escorregou nos meus olhos e se consumiu, se esfarelou, se apagou. Sumiu. Tive vontade de mostrar pra alguém mas não havia ninguém. Pareceu que apareceu só pra mim. Ninguém mais viu. Lembrei que poderia fazer um pedido. Pensei em mim, pensei nas amizades, nos amores, pesquisei nas carências, nos azares, pesares e tristezas. Mas havia muitos desejos. Escolher um significava excluir outros.
Preferir este era preterir aquele e todos os outros como se fosse pra sempre. Em meio à confusão da prateleira de desejos, à indecisão deste ou daquele ou daquele ou deste, resolvi, num lapso de segundo, apenas pedir outra que me viesse igual, sem desejo, apenas brilha no caminho traçado, decidida. Nasce e morre sem desviar do destino.
Apenas pedi outra.
Não veio. Sempre desconfiei dessa estória de pedidos.
Nevinho
A mais linda estrela cadente que já vi. A mais linda que já houve. Escorregou nos meus olhos e se consumiu, se esfarelou, se apagou. Sumiu. Tive vontade de mostrar pra alguém mas não havia ninguém. Pareceu que apareceu só pra mim. Ninguém mais viu. Lembrei que poderia fazer um pedido. Pensei em mim, pensei nas amizades, nos amores, pesquisei nas carências, nos azares, pesares e tristezas. Mas havia muitos desejos. Escolher um significava excluir outros.
Preferir este era preterir aquele e todos os outros como se fosse pra sempre. Em meio à confusão da prateleira de desejos, à indecisão deste ou daquele ou daquele ou deste, resolvi, num lapso de segundo, apenas pedir outra que me viesse igual, sem desejo, apenas brilha no caminho traçado, decidida. Nasce e morre sem desviar do destino.
Apenas pedi outra.
Não veio. Sempre desconfiei dessa estória de pedidos.
Nevinho
III FESTIVAL DE TECNOLOGIAS SOCIAIS E ECONOMIA SOLIDÁRIA
A terceira edição do Festival de Tecnologias Sociais e Economia Solidária tem o objetivo de intercâmbio entre a academia, os movimentos sociais e os empreendimentos econômicos solidários, em sintonia com as outras atividades já tradicionais do Festival: a Feira de Economia Solidária e a Mostra de Tecnologias. A Feira de Economia Solidária reúne uma diversificada linha de produtos que inclui o artesanato indígena, alimentação, vestuário, decoração e produtos da agroecologia. A Mostra de Tecnologias Sociais apresenta soluções especificas para o processo produtivo dos empreendimentos econômicos solidários. Além disso, também acontecerão as Trocas Culturais, com apresentações de projetos culturais da UFRJ e diversificadas manifestações de artistas externos nos campos de música, dança, teatro, vídeo e fotografia.
Toda a programação do Festival é gratuita e aberta ao público.
As inscrições podem ser feitas diretamente pelo endereço: http://www.soltec.ufrj.br/3festival/index.php/component/inscricao/
Programação
Dia 13 de dezembro (segunda feira)
Local: Salão Nobre do Centro de Tecnologia – UFRJ
9:00 – Abertura do Festival
9:30 – MESA: Construindo Redes e Cadeias em Economia Solidária
(Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário, Associação dos Recicladores do Estado do RJ, Cooperativa de Catadores e Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES)
Articulação das redes e cadeias na área da reciclagem
As diferentes perspectivas sobre o tema
A importância da organização em redes na Economia Solidária
Proposições e encaminhamentos
12:00 – Almoço
Local: Hall Bloco A do Centro de Tecnologia – UFRJ
13:00 – Programação cultural
14:00 – Oficinas
Local: LABCIM (Auditório Visconde do Rio Branco), Bloco D, Fundos, Centro de Tecnologia – UFRJ
1 – Construindo a Rede de Informação e Pesquisa em Resíduos
Conhecendo a RIPER
Debatendo os papéis
As instâncias de deliberação
As formas de participação
Local: Hall Bloco A do Centro de Tecnologia – UFRJ
17:00 – Atividade Cultural
Dia 14 dezembro (terça feira)
Local: Auditório do Bloco A do Centro de Tecnologia – UFRJ
9:30: – MESA: As Políticas Públicas em Tecnologias Sociais e Economia Solidária (SENAES – Secretaria Nacional de Economia Solidária, Rede de Tecnologias Sociais – RTS e Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, a confirmar)
Avanços, limites e contradições das políticas em Economia Solidária e Tecnologia Social
Reflexão sobre as políticas recentes nessa área no Brasil
Novas estratégias para o fomento da economia solidária
12:00 – Almoço
Local: Hall Bloco A do Centro de Tecnologia – UFRJ
13:00 – Programação cultural
14:00 – Oficinas
Local: Salão Nobre da Decania
1 – Fábricas Recuperadas
ANTEAG, UNISOL, SENAES e UBA
Fábricas Recuperadas na Argentina – balanço
Produção de Conhecimento sobre Fábricas recuperadas
Assessoria a Fábricas Recuperadas
Políticas Públicas
Local: LABCIM (Auditório Visconde do Rio Branco), Bloco D, Fundos, Centro de Tecnologia – UFRJ
2 – Etnodesenvolvimento
Apresentação do projeto Etnodesenvolvimento e Economia Solidária.
Conceito
Formação da Rede Nacional Quilombola
A Mostra de Tecnologias Sociais e a Feira de Economia Solidária acontecerão durante os dias 13 e 14 de dezembro no Hall do Bloco A do Centro de Tecnologia da UFRJ, das 9h00 às 17h00.
Para informações mais detalhadas da programação, acesse nosso site: www.soltec.ufrj.br/3festival
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
Salvador sedia II Mostra Nacional de Economia Solidária PDF
De 08 a 12 de dezembro, a Praça Wilson Lins (Pituba), será palco do maior encontro do movimento de economia solidária do país. Empreendimentos econômicos solidários de todos os estados brasileiros apresentarão seus produtos e serviços para o público. A entrada é franca.
A II Mostra Nacional de Economia Solidária reunirá mais de 400 expositores do Brasil, todos empreendimentos que têm como base o princípio de produção e comercialização da economia solidária. São os mais variados produtos e serviços, desde artesanato a pontos de cultura, além de alimentos, fitoterápicos, bijouterias, confecção e linhas de crédito, entre outros.
A Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet) é um bom exemplo de empreendimento econômico solidário. Com sede em Salvador, a cooperativa apresentará na feira seu trabalho artesanal de transformar garrafas pet em pulseiras, colares, brincos, chaveiros e até pufs. Como a Camapet, exemplos de projetos bem sucedidos e superação, que praticam a produção e a comercialização justa, solidária e sustentável poderão ser vistos no evento.
Em paralelo à II Mostra Nacional, acontece a VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar, reunindo cerca de 130 empreendimentos da Bahia, e o I Seminário Regional de Comercialização Solidária. Os três eventos buscam contribuir para a visibilidade e fortalecimento da Economia Solidária no Brasil, respeitando as diversidades regionais, mas proporcionando a integração e sinergia dos atores junto às diversas manifestações que ocorrerão nos quatro dias de Mostra. Durante o dia, serão realizadas atividades formativas, como oficinas, debates e conferências. A partir das 16 horas, começa a feira de comercialização dos produtos e as apresentações culturais (veja programação anexa).
A II Mostra Nacional de ES, a VI Feira Baiana e o I Seminário Regional são uma realização da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes/MTE), do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), do Instituto Marista de Solidariedade (IMS), do Fórum Baiano de Economia Solidária e da Superintendência de Economia Solidária (SESOL) do Governo do Estado, da Prefeitura de Salvador, da Fundação Banco do Brasil e do Sebrae.
Economia Solidária A Economia Solidária é um movimento amplo e profundo que vem se fortalecendo e se organizando em parcerias entre entidades e governos. Esse conceito surge em contraposição à economia dominante, que priorizando o lucro gera desemprego, falta de terra para o trabalho e destruição do meio-ambiente. Nos empreendimentos de economia solidária, que podem ser cooperativas, grupos informais, associações e até micro ou pequenas empresas, não há hierarquia no grupo, as decisões são democráticas e pratica-se a autogestão. Todos são participantes e responsáveis pelo trabalho.
Informações: cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria Secretário Executivo da II Mostra Nacional de Economia Solidária Wilson Doll – (71) 9999-5115 / wilsontdoll@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo Assessoria de Comunicação IMS Cristiane Vasconcelos – (61)8114-7751/ cvmesquita@marista.edu.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo Assessoria de Comunicação Sesol/BA Maristela Araujo - Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet) Joilson Santana – (71) 3313-5542/8899-5542
Programação Cultural
Dia 08/12/2010 – (Quarta – Feira) 18h – Grupo Zambiapunga
Dia 09/12/2010 – (Quinta – Feira) 17h –Banda de Percussão Amigos do Planeta 18h - Adoro ser Criança (à confirmar) 19h – Victor Hugo – Hip Hop
Dia 10/12/2010 – (Sexta – Feira) 17h – Balé de Oyá – Dança Afro 18h – Coral da Conder (a confirmar) 19h – Grupo Mandiba – Pop e Reggae
Dia 11/12/2010 – (Sábado) 17h – Apresentação de Capoeira Grupo Engenho 18h – Cultural arte Jovens (a confirmar) 19h – Samba Viola do Oito de São Gonçalo
Dia 12/12/2010 – (Domingo) 17h - Holly Bible 19h – DJ Zimba Selector
A II Mostra Nacional de Economia Solidária reunirá mais de 400 expositores do Brasil, todos empreendimentos que têm como base o princípio de produção e comercialização da economia solidária. São os mais variados produtos e serviços, desde artesanato a pontos de cultura, além de alimentos, fitoterápicos, bijouterias, confecção e linhas de crédito, entre outros.
A Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet) é um bom exemplo de empreendimento econômico solidário. Com sede em Salvador, a cooperativa apresentará na feira seu trabalho artesanal de transformar garrafas pet em pulseiras, colares, brincos, chaveiros e até pufs. Como a Camapet, exemplos de projetos bem sucedidos e superação, que praticam a produção e a comercialização justa, solidária e sustentável poderão ser vistos no evento.
Em paralelo à II Mostra Nacional, acontece a VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar, reunindo cerca de 130 empreendimentos da Bahia, e o I Seminário Regional de Comercialização Solidária. Os três eventos buscam contribuir para a visibilidade e fortalecimento da Economia Solidária no Brasil, respeitando as diversidades regionais, mas proporcionando a integração e sinergia dos atores junto às diversas manifestações que ocorrerão nos quatro dias de Mostra. Durante o dia, serão realizadas atividades formativas, como oficinas, debates e conferências. A partir das 16 horas, começa a feira de comercialização dos produtos e as apresentações culturais (veja programação anexa).
A II Mostra Nacional de ES, a VI Feira Baiana e o I Seminário Regional são uma realização da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes/MTE), do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), do Instituto Marista de Solidariedade (IMS), do Fórum Baiano de Economia Solidária e da Superintendência de Economia Solidária (SESOL) do Governo do Estado, da Prefeitura de Salvador, da Fundação Banco do Brasil e do Sebrae.
Economia Solidária A Economia Solidária é um movimento amplo e profundo que vem se fortalecendo e se organizando em parcerias entre entidades e governos. Esse conceito surge em contraposição à economia dominante, que priorizando o lucro gera desemprego, falta de terra para o trabalho e destruição do meio-ambiente. Nos empreendimentos de economia solidária, que podem ser cooperativas, grupos informais, associações e até micro ou pequenas empresas, não há hierarquia no grupo, as decisões são democráticas e pratica-se a autogestão. Todos são participantes e responsáveis pelo trabalho.
Informações: cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria Secretário Executivo da II Mostra Nacional de Economia Solidária Wilson Doll – (71) 9999-5115 / wilsontdoll@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo Assessoria de Comunicação IMS Cristiane Vasconcelos – (61)8114-7751/ cvmesquita@marista.edu.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo Assessoria de Comunicação Sesol/BA Maristela Araujo - Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet) Joilson Santana – (71) 3313-5542/8899-5542
Programação Cultural
Dia 08/12/2010 – (Quarta – Feira) 18h – Grupo Zambiapunga
Dia 09/12/2010 – (Quinta – Feira) 17h –Banda de Percussão Amigos do Planeta 18h - Adoro ser Criança (à confirmar) 19h – Victor Hugo – Hip Hop
Dia 10/12/2010 – (Sexta – Feira) 17h – Balé de Oyá – Dança Afro 18h – Coral da Conder (a confirmar) 19h – Grupo Mandiba – Pop e Reggae
Dia 11/12/2010 – (Sábado) 17h – Apresentação de Capoeira Grupo Engenho 18h – Cultural arte Jovens (a confirmar) 19h – Samba Viola do Oito de São Gonçalo
Dia 12/12/2010 – (Domingo) 17h - Holly Bible 19h – DJ Zimba Selector
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